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Saúde

Bahia ultrapassa seis milhões de vacinados

No entanto, uma boa notícia pode acalmar os ânimo e frear a pandemia: o avanço da vacinação.

A Bahia identificou a primeira contaminação pelo novo coronavírus no início de março de 2020 – a doença chegou ao Brasil no final de fevereiro do mesmo ano. Hoje, mais de um ano e sete meses depois da descoberta do vírus em terras brasileiras, ainda não existe nenhum medicamento que evite a infecção ou que impeça o agravamento dos casos, no entanto, há tratamentos para aliviar os sintomas em alguns casos como, por exemplo, uso de antitérmico, para evitar dor e febre ou corticóide quando o individuo tem baixa de oxigênio.

No entanto, uma boa notícia pode acalmar os ânimo e frear a pandemia: o avanço da vacinação.  A Bahia ultrapassou nesta quarta-feira (21) a marca de 6 milhões de vacinados com a primeira dose ou dose única de imunizante contra a Covid-19. Isso representa 53,95% da população baiana com 18 anos ou mais, estimada em 11.148.781. São ao todo 5.774.794 vacinados contra o coronavírus (Covid-19) com a primeira dose, dos quais 2.208.542 receberam também a segunda aplicação, e mais 241.053 vacinados com o imunizante de dose única, até as 16h de ontem.

Prevenção

“A gente não tem nenhuma evidencia de medicamento para tratamento especifico para Covid-19. O que sabemos é que a maior parte das pessoas que tem Covid – 85% em geral – vão evoluir bem independente da medicação, agora tem uma parte que vai realmente complicar e ter quadros mais graves. O que temos que fazer é chamar a atenção da população para importância da prevenção, cuidados e, sobretudo, para a necessidade de se vacinar”, disse a infectologista Dra. Jacy Andrade, da Universidade Federal da Bahia (UFBA). A orientação padrão em caso de infecção e sintomas leves é ficar em repouso, se hidratar com frequência e fazer acompanhamento médico (à distância, de preferência). Se o quadro se agravar, a orientação medica é ir ao hospital.

Ainda de acordo com Jacy Andrade, que destacou que até aqui a pandemia tem sido de muito aprendizado, a queda nas formas graves da doença e, consequentemente, das taxas de leitos de UTI é resultado único e exclusivo da vacinação da população. “A gente aprendeu muita coisa nesse decorrer da pandemia. Muita coisa que a gente não sabia numa velocidade muita intensa. O grande impacto que estamos tendo na diminuição da pandemia nesse momento muito se deve a vacinação que ainda não está no ritmo ideal, mas que já mostra certa evolução”, avaliou Jacy que reforçou a necessidade de ainda mantermos os protocolos sanitários.

Para a também médica infectologista e diretora geral do Instituto Couto Maia, Dra Ceuci Nunes, a diminuição nas taxas de ocupação de leitos é fruto da vacinação. Conforme ela, no entanto, faz-se necessário ainda que as pessoas sigam às recomendações médicas e protocolos sanitários, pois esses são essenciais no processo de mitigação da doença. Atualmente, as principais recomendações médicas são lavar frequentemente as mãos, usar máscara e manter o distanciamento físico. “A recomendação são as mesmas: uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos com água e sabão ou álcool em gel. É necessário entender que nenhuma vacina protege 100%. As vacinas estão avançando e têm uma excelente proteção para casos graves e mortes, mas elas têm uma variabilidade de proteção em casos leves. Então assim, é importante a gente saber que mesmo vacinado a pessoa ainda pega e transmite, mesmo que essa pessoa vacinada não evolua para casos graves”, destacou.

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