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Política

“Começou na 2ª feira. Daqui a 10 dias saberemos as consequências desta medida”, critica Enilda sobre o retorno de aulas 100% presenciais

De acordo com a vereadora e líder sindical, quando o Governo do Estado diz que já pode voltar à normalidade, está querendo dizer que o município também pode fazer a mesma coisa.

Vereadora em Ilhéus e dirigente da APPI/APLB no município, a professora Enilda Mendonça criticou ontem (19), durante pronunciamento na Câmara, a decisão do Governo da Bahia de retornar com 100 por cento das aulas presenciais em todo o estado, desde a última segunda-feira. “Elogiei e vou continuar elogiando o Governo da Bahia, do partido que faço parte, por ter sido firme nas decisões dos protocolos para o enfrentamento da Covid-19. Mas não posso deixar de registrar como professora, como sindicalista, que nós não termos salas de aula do tamanho suficiente para manter protocolos de segurança, a exemplo do distanciamento que a pandemia exige”, alertou.

Enilda assegura que a situação é preocupante, considerando, inclusive, que mesmo as escolas do estado tendo teoricamente espaços mais amplos que as municipais, “passam a ser um mal exemplo para as prefeituras, que têm espaços minúsculos para abrigar os alunos”. De acordo com a vereadora e líder sindical, quando o Governo do Estado diz que já pode voltar à normalidade, está querendo dizer que o município também pode fazer a mesma coisa.

“Temos salas de aulas minúsculas na rede municipal e, na estadual, não há uma só sala que comporte a quantidade de alunos garantindo o distanciamento proposto”, revela, definindo que seu protesto representa o descontentamento como professora, educadora e sindicalista. Segundo Enilda Mendonça, as entidades já procuraram os Ministérios Públicos Estadual e Federal do Trabalho buscando a reversão deste quadro e da decisão tomada pelo secretário Jerônimo Rodrigues.

“Começou na segunda feira. Daqui a 10 dias saberemos as consequências desta medida”, projeta. Enilda lembra que mesmo antes do retorno 100 por cento presencial, houve problemas com o sistema de rodízio, que antecedeu a atual medida. “Tiveram escolas que pararam as atividades reiniciadas por conta de registro de novos casos entre os estudantes e professores. Imagina na realidade de agora”, se preocupa a sindicalista, lamentando que, no momento em que o estado está se libertando da pandemia, seja preciso se chegar a níveis de contágio grandes para que o governo inverta esta lógica. “O sistema híbrido para os professores é muito mais trabalhoso. Mas o que nós queremos é salvar vidas, garantir a integridade dos alunos e dos trabalhadores”, concluiu.

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