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Política

Debate na Câmara sobre Economia Solidária reforça sua importância na construção de uma sociedade mais justa

Enilda destaca que a política de Economia Solidária vem ganhando destaque por possibilitar alternativas para geração de renda através da organização das comunidades produtoras e geradoras de serviço.

A Economia Solidária é um modelo de desenvolvimento econômico importante para enfrentar a grande crise que atualmente é vivenciada no Brasil. É, também, uma espécie de ponta-de-lança para a sociedade reconstruir o seu caminhar com protagonismo cidadão. A opinião é da presidente da Central de Cooperativas e Empreendimentos Solidários do Estado da Bahia (Unisol – Bahia), Ane Senna. Ela participou no final da tarde de hoje (17), da Audiência Pública realizada na Câmara de Vereadores de Ilhéus, para debater a temática de “Políticas Públicas de Economia Solidária”.

O evento foi realizado pelo Poder Legislativo, em parceria com a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB). Foi presidido pela vereadora Enilda Mendonça (PT), idealizadora da iniciativa. Na abertura, a Coordenadora de Educação Popular e Tecnologia Social Solidária da UFSB, Luana Rêgo, destacou a importância da realização da Audiência, definindo-a como uma grande oportunidade de construção de um maior vínculo com a sociedade e de importantes desdobramentos para a implantação local deste modelo.

Disse, também, que o evento, marca a comemoração do centenário de nascimento do educador Paulo Freire. “Ele falava que a economia solidária é uma oportunidade de construção de uma nova economia, voltada para a autonomia e valorização dos saberes e identidades”, lembrou professora Luana.

Daniel Pereira, um dos palestrantes do evento, é fundador do Banco Comunitário de Desenvolvimento do Jardim Botânico. Ele destacou a importância da criação de bancos comunitários para atender e estimular este modelo de economia. “Nos bancos comunitários, as pessoas são proprietárias. São bancos que potencializam investimentos dentro dos territórios atendidos. É diferente dos bancos privados, onde os investimentos vão para fora do pais potencializando os investimentos internacionais”, comparou. De acordo com o palestrante, o Brasil avança neste segmento. Hoje funcionam mais de 125 bancos comunitários em todo o País.

Camila Capacle, coordenadora de Trabalho e Economia Criativa e Solidária da Prefeitura Municipal de Araraquara, interior de São Paulo, reforça a tese da importância da valorização da Economia Solidária, especialmente neste momento da economia nacional. “Onde ela acontece, percebe-se o desenvolvimento local, com mais justiça social”, se0ntenciou. Camila também destacou que é preciso fomentar, cada vez mais, a criação de redes que promovam desenvolvimento coletivo, garantam leis, recursos públicos, equipamentos e apoio para os avanços deste importante modelo econômico. “Não podemos mais ser apenas aglomerados de pessoas, sem grandes avanços, querendo fazer o melhor de forma individual”, reforça a vereadora Enilda Mendonça.

A parlamentar informou durante a Audiência Pública que é preciso formalizar uma política pública, um marco municipal, para que este modelo econômico possa acontecer e sair fortalecido em Ilhéus. A parlamentar informou que já protocolou um Projeto de Lei na Câmara que cria uma Política Pública Municipal de Economia Solidária, o Conselho Municipal e o Fundo Municipal de Economia Solidária.

Enilda destaca que a política de Economia Solidária vem ganhando destaque por possibilitar alternativas para geração de renda através da organização das comunidades produtoras e geradoras de serviço. Com um mandato alicerçado no modelo de mandato coletivo, onde grupos e instituições opinam sobre as diretrizes da atuação parlamentar, o evento foi uma solicitação da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da UFSB, acatado pela vereadora e pelo coletivo.

A Economia Solidária é um conceito que surgiu no final do século XX e retoma a idéia de solidariedade no sistema produtivo em contraposição à idéia do individualismo competitivo característico das sociedades neo-liberais capitalistas. É, na essência, um jeito diferente de produzir, vender, comprar e trocar o que é preciso para viver. Sem explorar os outros, sem querer levar vantagem, sem destruir o ambiente. Com cada um pensando no bem de todos e no próprio bem.

Participaram da Audiência Pública, representações de diversas cooperativas e associações locais que buscam a construção deste modelo econômico na cidade. O evento também contou com as presenças dos vereadores Vinícius Alcântara (PV) e Ivo Evangelista (Republicanos).

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