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Denúncia Grave: Trabalho escravo em fazendas de cacau em Ilhéus e Uruçuca

Denúncia Grave: Trabalho escravo em fazendas de cacau em Ilhéus e Uruçuca

Uma equipe de reportagem exibiu neste domingo (29), uma reportagem sobre o trabalho infantil e análogo à escravidão nas plantações que sustentam o setor bilionário do cacau.

Com quatro meses de investigação em três estados e documentos obtidos com exclusividade pela Lei de Acesso à Informação, o documentário revela o cenário de extrema pobreza que envolve uma das grandes riquezas brasileiras.

Em Uruçuca e Ilhéus, lavradores vivem em casas sem água, luz e banheiro. No Brasil que flerta com a escravidão em pleno século XXI, tudo mesmo parece estacionado no tempo.

Mateus, que trabalha no cacau há 12 anos, não tem ideia de como é um cinema. “Rapaz… Eu não sei como é, não”, revela envergonhado ao repórter.

O meeiro Antônio Augusto, 66 anos, vive na zona rural de Uruçuca e relata as condições de trabalho degradantes que enfrenta diariamente em busca do sustento da família.

Hermano Freitas, dono da Fazenda Boa Vista na cidade de ilhéus, disse em entrevista que em 16 anos nunca teve lucro suficiente para fazer reformas na fazenda, mas faz viagens caras para toda América e na Espanha. Hermano também é dono de uma loja de Vinhos importador na cidade de Ilhéus “Provence Vinhos”.

O dono da Fazenda Fabiana Localizado em Uruçuca, contou em entrevista que não tinha os documentos da fazendo, já que comprou a menos de 1 mês. No dia seguinte a equipe de reportagem foi até o local para retirar os Meeiros do trabalho escrava, mas o dono da fazendo tinha retirados os Meeiros do loca.

Meeiro ganhou 32 mil reais por rescisão do contrato e teve direito a três parcelas do seguro desemprego no valor de um salário minimo.

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