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Polícia

Elemento é preso pelo duplo homicídio e ocultação de cadáver dos colombianos

Cosme Santana Nunes,

Policiais Civis integrantes do Núcleo de Homicídios de Ilhéus, após realização de investigação, deram cumprimento de mandado de prisão preventiva expedido pela primeira Vara do Júri. O elemento Cosme Santana Nunes, aonde o mesmo vinha sendo investigado pela prática do duplo homicídio qualificado e ocultação de cadáver ocorrido no dia 18/maio 2018, por volta das 17h30min horas, na beira do rio Almada, Cemitério do Distrito de Aritaguá, tendo como vítimas os colombianos Yorleth Andres Alban Tenório e Diana Paola Zuluaga Grisales, mortos alvejados por disparos de arma de fogo.

RELEMBRANDO O CASO:

As investigações foram conduzidas pela Delegada de Polícia Civil, Dra. Andréa Oliveira, hoje Titular da Primeira Delegacia em Maraú-BA.

De acordo com as apurações, o já indiciado Magno Rodrigues, pretendendo ingressar no ramo de agiotagem, formou uma sociedade com o indivíduo identificado como Rodrigo Cássio Sá Pereira que participaria do negócio apenas com a força de seu trabalho, tendo Magno para iniciar tal atividade contraído um empréstimo no valor de R$ 50,000,00 com um cigano conhecido por Aldo. Rodrigo por sua vez, contratou os serviços de cobrança de um indivíduo identificado por Samir. Sem conseguir pagar sua dívida com o cigano que já estava em R$ 67.000,00, Magno Rodrigues propôs a seu sócio Rodrigo sequestrar Aldo, porem desistiu devido ao fato de Rodrigo não ter aceitado a proposta e, ainda, em razão de Aldo ter o costume de andar com seguranças.

A fim de conseguir dinheiro suficiente para pagar sua dívida com o cigano Aldo, o indiciado Magno, então, propôs a Rodrigo e Samir a realização de um sequestro de colombianos ligados a Rodrigo que trabalhavam com agiotagem em Ilhéus.

No dia 13/abril 2018, Samir, Magno e um indivíduo não identificado, de posse de informações privilegiadas, fazendo uso do veículo ASX de cor branca de propriedade de Magno, foram ao Jardim Atlântico na tentativa de sequestrar um colombiano que estaria fazendo uma cobrança naquele local, porém tal tentativa restou frustração, pois Samir, mesmo usando um capuz para cobrir o rosto teve receio de ser descoberto, pois a vítima o conhecia.

No dia 18/maio 2018, Magno com a intenção de sequestrar e matar as duas vítimas colombianas, com o animus de angariar recursos para pagar seu débito junto ao cigano Aldo, telefonou para Andres e Diana (colombianos que também trabalhavam com agiotagem em Ilhéus e para quem Magno devia a quantia de R$ 7.000,00, avisando-lhes que queria pagar o débito. As vítimas foram até o Lava Jato de Magno e lá deixaram uma moto na qual estavam trafegando e saíram no carro de Magno, na companhia dele e de um funcionário de nome Cosme Santana Nunes, seguindo sentido Zona Norte de Ilhéus. No caminho, Magno entrou no ramal e seguiu até a beira do  Rio Almada. Onde as vítimas foram alvejadas por disparos de arma de fogo. Em seguida, as vítimas foram deixadas no local, enquanto Magno e Cosme retornaram ao Lava Jato de Magno para providenciar ferramentas a fim de cavar a cova no sentido de ocultar os corpos e dificultar qualquer tipo de investigação.

Por volta das 20h, Magno e Cosme retornaram ao local do crime, colocaram as vítimas dentro do carro de Magno e levaram para o Cemitério no local onde acabou a cova.

As vítimas tiveram seus corpos jogados um sobre o outro e no momento que estava sendo enterrados, Polícias Militares chegaram ao local, surpreendendo os autores e foram recebidos a tiros.

Os policiais revidaram à agressão e os autores tentaram fugir a bordo do veículo de Magno, marca/modelo Mitsubishi/ASX, placa OZM 5151, passando por cima de túmulos, chegando numa mata fechada, Magno e Cosme abandonaram o carro e fugiram pela mata.

Após dois meses preso preventivamente, por não possuir antecedentes criminais, Magno Rodrigues foi beneficiado por um Habeas Corpus impetrado no Tribunal de Justiça da Bahia, sendo posto em liberdade em 16/agosto 2018 por força de ordem judicial.

Investigadores do Núcleo de Homicídios cumpriram mandado judicial e prendeu Cosme Santana Nunes, que foi interrogado pela autoridade policial, Delegado Helder Carvalhal, tendo confessado a autoria delitiva e assumido para si a prática de todos os atos executórios. Inobstante a prova dos autos já colhidos apontarem a participação de Magno Rodrigues como autor e mentor dos crimes, o interrogado Cosme Santana, tenta de forma não exitosa isentar seu ex-patrão Magno Rodrigues, de responsabilidade.

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