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Previdência: Polícia Civil e Servidores Penitenciários ameaçam greve caso PEC seja aprovada

A Polícia Civil e os Servidores Penitenciários da Bahia ameaçaram entrar em greve, caso seja aprovada a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), com a Reforma da Previdência.

Em protesto, policiais ameaçam greve caso o Governador Rui Costa aprove nova PEC da previdência

A Polícia Civil e os Servidores Penitenciários da Bahia ameaçaram entrar em greve, caso seja aprovada a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), com a Reforma da Previdência.

Durante o protesto os servidores públicos, na manhã desta segunda-feira (13), no Centro Administrativo da Bahia, o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia (SINDPOC), Eustácio Lopes disse, em entrevista ao Varela Notícias, que a Polícia Civil vai entrar em greve caso sejam a aprovadas as mudanças da Previdência.

“Um projeto de lei que o presidente em exercício Alex Lima, disse que iria manter a sessão e manter o projeto que aumenta o tempo de contribuição e penaliza principalmente as mulheres, já que a mulher na Polícia Civil precisa de 15 anos de atividade policial e 25 anos de contribuição sem idade”, disse.

“Sem o governo querer dialogar, nós da Polícia Civil e Policia penal iremos chamar a greve se não haver uma conversa. Por que é inadmissível o governo dos trabalhadores e a base social não dialogar conosco. Estamos há cinco anos sem reajustes, caminhando pro sexto ano e o governo já anunciou que não haverá aumento”, reclamou Eustácio.

Na ocasião, o presidente dos Servidores Penitenciários (Sinspeb), Reivon Pimentel, afirmou que também vão aderir ao movimento grevista, caso a proposta seja aprovada pelo Governador Rui Costa.

“Caso não seja aberto o diálogo, o único recurso que resta aos trabalhadores é a greve. Estamos unidos com o pessoal da Polícia Civil e da Polícia Militar e estamos aguardando um posicionamento do governador com relação à abertura do diálogo”, afirmou Reivon.

O presidente do Sinspeb disse ainda, que já houve uma reforma da previdência da Bahia em 2015, portanto, esta seria a segunda alteração, que prejudicaria os servidores públicos, uma vez que há um projeto de lei especifico para a segurança pública e será colocada em votação.

“Vale salientar, que a Bahia foi um dos primeiros estados a fazer a reforma previdenciária, mesmo antes da reforma da união proposta pelo presidente Bolsonaro. Então vai ser uma segunda reforma previdenciária, que vai prejudicar ainda mais os servidores públicos”, disse.CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Uma reforma aprovada em 2005, já aumentou a contribuição da previdência dos servidores, que era 12 e passou para 14%. Então o governador está faltando com a verdade quando traz à sociedade que a reforma visa única e exclusivamente adequar a Constituição Estadual à Federal. Não! Na verdade foi o contrário, a reforma previdenciária já foi realizada na Bahia”, explicou.

Entre as alterações, estão a alteração na pensão por morte, aumento do tempo de contribuição e a perda da integralidade e paridade dos policiais.

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