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Sindicato questiona decisão do governo que reduz salário de 500 professores

A APPI/APLB Sindicato se manifestou hoje contra a medida adotada pelo prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre, ao reduzir 50% do salário dos professores contratados pelo município. Dirigentes lembraram que a Secretaria de Educação, por meio da rede social, fez uma live para comunicar a redução salarial usando o discurso de “Acolhimento e Preocupação” do governo e afirmou que não restou outra alternativa ao governo, frente a queda “de mais de 70% dos recursos financeiros” quando questionada sobre os recursos do FUNDEB. “Infelizmente, mais uma vez, assistimos o governo do prefeito Mario Alexandre não falar a verdade para justificar a redução salarial”, informou a APPI/APLB em nota.

O documento segue afirmando que analisando o site https://www42.bb.com.br/, onde é possível ter acesso a distribuição de arrecadação municipal foram encontrados os dados abaixo:

RECURSOS FUNDEB 
MÊS20192020
JANEIRO R$                 8.035.441,93 R$                   7.894.410,20
FEVEREIRO R$                 6.115.439,81 R$                     6.982.929,75
MARÇO R$                 5.529.908,98 R$                     5.482.618,19
ABRIL R$                 6.167.175,23 R$                     6.901.455,35
 R$               25.847.965,95 R$                  27.261.413,49

FONTE: SITE DO BANCO DO BRASIL
 

“Não foi a queda da arrecadação do Fundeb que levou o prefeito tomar a decisão da redução salarial. Também não foi confirmada a queda de mais de 70% da receita do Fundeb como foi afirmado pelo governo”, informa a nota, acrescentando que “a decisão foi política. Da mesma forma que foi uma decisão política o afastamento de 268 funcionários da folha de pagamento que entraram entre 1983 a 1988 e estão há 1ano e 5meses sem salário, sobrevivendo de doação de cestas básicas”.

De acordo com o sindicato a medida atinge a 500 professores contratados. “Uma parte destes professores que terão que repor as aulas de todo esse período, para garantir o cumprimento do ano letivo, terá que sobreviver com um salário menor que R$ 700,00/mês”. Os sindicalistas questionam como ficará o ano letivo se esses trabalhadores só deverão 50% da sua carga horária e, se houve queda da arrecadação por que somente os trabalhadores da educação foram penalizados?

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